Cultura

O setor cultural foi um dos que mais sofreu, em Belo Horizonte, durante a pandemia. Em uma cidade em que diversas administrações relegaram a cultura a segundo plano (algumas sequer dedicaram uma pasta exclusiva o setor), profissionais que exercem seu ofício precisaram se reinventar. Muitos dele, inclusive, migraram sua força de trabalho para outras áreas, sofrendo duplamente: financeira e emocionalmente.
Durante o mandato, em conexão com representantes do setor cultural, pretendo oferecer a institucionalidade do mandato como parceria permanente para validar a dignidade do setor cultural, em especial as atividades exercidas pelo artista de rua, as ações voltadas para a cultura alternativa e periférica e os atores sociais de menor poder aquisitivo. Democratizar o acesso é o fio condutor. Há vários e bons amigos já ajudando nesta construção. Venha fazer parte também!

– Proposta de valorização e incentivo a publicações de escritores estreantes e/ou independentes.

– Projeto de lei municipal de incentivo para a publicação de livros com produção de baixo custo.

– Proposta de implantação do espaço de referência para os artistas de rua.

– Retomar as discussões sobre a criação do “Corredor Cultural Rua da Bahia-Floresta”, proposta que habitualmente reaparece nas administrações municipais e diferentes secretarias municipais de Cultura.

– Incentivo para obras audiovisuais de baixo custo produzidas no município de Belo Horizonte.

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